Apresento-vos o Bart.
E peço desculpa pela foto. Ele estava um pouco excitado com o jogo da Holanda ( país que o viu nascer) com a Costa Rica.
Sei que é difícil de identificar mas distingue-se a léguas a simpatia que ele transpira. O estilo de pessoa que consegue ser acordado às 5 da manhã com a festa na cabine do lado, e ainda pedir desculpa.
Não é um exemplo prático.
Aparte da formadora, foi a pessoa que melhor nos recebeu a bordo. O único a "chegar-se à frente", a estender-nos a mão e apresentar-se. A cumprir-se, a ser o que não consegue ser senão..... simpático.
Foi reconhecido no cruzeiro passado no navio inteiro por ter providenciado um momento especial a uma família que não lhe era nada. Que tinha apenas em comum o local geográfico. Um qualquer porto e um desejo especial que o Bart concretizou. E que não contou a ninguém.
E como boa e pura alma que tem, é um excelente alvo para tudo o que este mundo possa ter de cruel.
Parou em St. Petersburg para conhecer a cidade. Apanhou um taxi e em menos de nada estava na vila de nenhures.
Duas opções:
- Sair ali e nunca dar com o navio;
- Dar todo o dinheiro que tinha e ainda assim não ter garantia alguma ( senão a palavra do taxista) de que voltaria são e salvo ao navio.
Felizmente para todos nós, o taxista foi honesto o suficiente ( conceito antagónico eu sei) para cumprir a sua parte do acordo.
O Bart já não gosta da Rússia.

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